Uma menina da comunidade karajá, no Brasil, cercada por objetos simbólicos de seu território.
Muralista, desde 2014 trabalha com arte e território, identidade e representação em bairros da Zona Oeste do Conurbano Bonaerense, participando de projetos culturais do Estado ou em parceria com organizações territoriais. Também é professora e pesquisadora na área de cultura, arte e direitos culturais.
Após cursar um mestrado em estudos sobre culturas e territórios na Amazônia Legal do Brasil, iniciei uma série de desenhos de mulheres cercadas por cinco objetos visuais. Cada objeto representa um símbolo cultural relacionado aos seus territórios. A ideia era tornar visível, por meio das imagens, a estreita relação que as mulheres da nossa região mantêm com seus territórios, que representam não apenas um uso material ou econômico, mas também conferem uma dimensão simbólica à sua existência.